As redes sociais e a saúde mental sobre outro ângulo

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Na atmosfera online, não faltam opções de redes sociais para que os usuários estabelecem contatos de diferentes formas entre si. O público mais jovem – em uma faixa etária abaixo dos 20 anos – é um dos que mais desfrutam deste tipo de conexão, sendo até chamados de nativos digitais, ou seja, são considerados como indivíduos que tem facilidade natural para lidar com a tecnologia.

Entretanto, obviamente este hábito não está isento de malefícios. Pesquisadores da Ottawa Public Health, agência de pesquisas e programas de saúde da capital do Canadá, analisaram 750 estudantes por meio de um questionário sobre o seu comportamento nas redes sociais e saúde mental. Com as respostas, foi possível observar que os jovens que gastam mais de duas horas diárias em redes sociais são os mesmos que apresentam índices mais altos de depressão, ansiedade, pensamentos relacionados ao suicídio e demais problemas que afetam a saúde mental.

Diante deste resultado, é possível que as pessoas deduzam que as redes sociais são as causadoras destes problemas. Porém, o diagnóstico afirma o contrário: jovens que apresentam problemas de saúde mental tendem a passar mais tempo online, na busca por se sentirem melhores.

Como agir?

Assim como inúmeros aspectos na educação de um indivíduo, estabelecer uma proibição do uso de redes sociais não é o melhor método para amenizar este problema. Este não se mostra como o melhor caminho inclusive pelo fato de que estes sites também se mostram como uma boa ferramenta de contato com o mundo, dependendo da forma como são acessados. Sob esta perspectiva, as redes sociais podem, inclusive, ser a solução.

O ideal, portanto, é que os pais e mães se mantenham atentos ao tempo que os jovens passam na internet e mantenham sempre um diálogo amigável sobre sua vida social. Neste ponto é importante ter cuidado para que esta supervisão não seja usada para monitorar o que os adolescentes fazem quando estão online, uma vez que tal pressão pode fazer com que os jovens se fechem para conversas.

Fonte: Super Abril

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