O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é barra_LIFE.jpg

Como enfrentar uma guerra? Como lutar contra um inimigo ainda desconhecido, invisível e, por vezes, letal?

No enfrentamento à guerra da Covid-19, o Fátima Saúde convocou todo o seu exército de profissionais de saúde. Todo o arsenal envolvendo ferramentas de gestão, agilidade de protocolos e estratégias para auxiliar as vítimas, neste caso, os pacientes, foi colocado à disposição.

É uma batalha diária, dura, a favor da VIDA. Como agente na engrenagem da saúde, a operadora caxiense não mede esforços. É incansável. Luta o bom combate para preservar vidas e minimizar os riscos de contágio.

Os grandes protagonistas desta guerra são os médicos, enfermeiros, psicólogos, técnicos, gestores e auxiliares. Todos são essenciais, em todos os momentos, para uma luta que só chegará ao fim quando debelarmos o vírus, quando a vacinação avançar a tal ponto de contornar os sintomas mais cruéis da doença, quando a vida puder voltar à sua mínima normalidade.

A eles, esses heróis pela vida, damos nosso apoio e abrimos espaço para que compartilhem, em meio ao combate à pandemia, seus dramas, seus desafios e suas esperanças. Em nome de todos os profissionais da saúde, o Fátima Saúde dá voz e entrevista sete representantes de seu exército de soldados abnegados na batalha contra a Covid-19, com a certeza de que, juntos, somos mais fortes e venceremos.

“Todos de mãos dadas no combate à pandemia”

Rafael Lessa Costa, auditor do Fátima Saúde, médico intensivista no Hospital Geral de Caxias do Sul e professor do curso de Medicina da UCS

A rotina, já por definição, intensa de trabalho do médico Rafael Lessa Costa, no deslindar de suas funções, tem atingido indicadores extenuantes nos últimos meses em função do avanço do coronavírus, verificado em todo o território nacional. A pandemia da Covid-19 registra picos de altos e baixos, no entanto, conforme ele detecta, “os picos de alta estão cada vez mais altos, mais agressivos, mais graves, mais agudos, ao longo dos últimos meses”, o que é muito preocupante.

“Temos, nós, médicos, deparado com a terrível encruzilhada diária de decidir quais pacientes graves com coronavírus, na fila de espera, devem ir à UTI e quais terão de continuar na fila de espera”, revela.

Os critérios utilizados são todos técnicos, devidamente protocolados pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira, e jamais levam em conta o fator idade do paciente.

“Grau de severidade da doença e chances de o paciente sobreviver são, estes sim, os principais pontos observados na hora de tomar essa triste e dolorida decisão”, informa o médico.

A questão ganha contornos de verdadeira tragédia quando se leva em conta o fato de que, em final de março, havia cerca de 40 a 50 pacientes por dia à espera de um leito de UTI nos hospitais de Caxias do Sul, já todos lotados.

Rafael Lessa Costa sublinha também o esforço que vem sendo empreendido pela Secretaria Municipal da Saúde em procurar resolver os problemas oriundos da gravidade da pandemia na cidade, em consonância com os hospitais caxienses.

“Pela primeira vez, na história, não se faz diferença entre leitos de UTI de hospitais particulares e públicos. Todos os hospitais locais estão atuando de mãos dadas e em sintonia para enfrentar a pandemia, e tenho contado com o apoio e a compreensão do Fátima Saúde na percepção da prioridade de minha atuação na linha de frente”, explica o médico.

“Muito pouco há a auditar numa situação extrema como esta, da pandemia, uma vez que, na verdade, todos os pacientes que chegam aos hospitais com coronavírus são igualmente graves”, afirma.

A perspectiva, que dá uma luz no fim do túnel, reside no processo de vacinação da população, conforme atesta o profissional.

“No início da pandemia, havia um padrão de que a faixa da população mais atingida era a dos idosos. Isso mudou agora, havendo uma intensificação nos casos graves em pessoas mais jovens. Um dos principais fatores que colaboram para a diminuição dos casos em idosos é justamente o avanço da vacinação nessas faixas etárias. Só assim conseguiremos vencer a pandemia”, reforça.

“Estamos diante de uma população cansada, mas ainda chamada a se prevenir”

Lessandra Michelin, médica infectologista e consultora em saúde do Fátima Saúde

Ao expressar que sua rotina como médica infectologista não segue um ritual diário, mas se baseia em “apagar o fogo”, a médica infectologista Lessandra Michelin desabafa que a situação de impotência cresce na mesma medida em que avançam os casos de Covid-19 na Serra, em variantes mais graves.

“É uma virose que não tem tratamento efetivo. É angustiante para nós, médicos, e para o paciente, que teme a piora de seu quadro. Nenhum antiviral se mostrou eficaz e o Kit Covid não aponta nenhuma confirmação de que apresentou diferença em relação ao seu não uso. Só causa desinformação”, ilustra a médica, consultora em saúde do Fátima Saúde.

Lessandra Michelin afirma que, inicialmente, se acreditava que estávamos diante de um vírus que em alguns meses estaria controlado, como foi a gripe suína (H1N1) em 2009. Portanto, a população num primeiro momento encarou os cuidados e as máscaras como algo lúdico, com leveza, acreditando que no Natal de 2020 “todos já estariam juntos”. Mas o prolongamento da doença criou uma “população cansada”, psicologicamente, emocionalmente e financeiramente, e, com isso, mais relapsa com os cuidados. Os jovens voltaram a aproveitar os primeiros meses do ano em praias e festas, se expondo mais aos riscos da pandemia e ampliando as mortes em faixas etárias mais baixas.

“O que estamos vendo agora é uma variante mais infectiva da doença e famílias inteiras estão sendo infectadas”, alerta a médica.

Lessandra Michelin acredita, sim, que a vacinação em massa será um recurso para inibir que a Covid-19 fragilize demais o organismo.

“A vacina é um treinamento para os soldados no corpo reconhecerem e combaterem o inimigo”, explica, de forma metafórica.

Ela alerta que, mesmo quem esteja passando pela doença, após 30 dias de sua recuperação, está apto a ser vacinado, para criar anticorpos para outras cepas do vírus.

A médica participa de grupos do Ministério da Saúde e afirma que a expectativa seria a de vacinar toda a população economicamente ativa, acima de 18 anos, até agosto, o que diminuiria muito o risco de complicações pela doença e internações em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs).

“A gente ainda é chamado a se prevenir, fazendo o distanciamento, com o uso de máscara, utilizar álcool em gel, não colocar as mãos na boca, nos olhos e no nariz. É preciso voltar a ter consciência”, clama a médica.

“É um período de aprendizado total”

Anselmo Gallio, diretor técnico do Fátima Saúde

Ao admitir que “nunca imaginou viver algo similar em sua carreira”, o médico Anselmo Gallio, diretor técnico do Fátima Saúde, diz que a operadora reestruturou de forma contínua, desde o início da pandemia, o Complexo Fátima Saúde, no coração de Caxias do Sul, para minimizar os riscos de contágio pela Covid-19 e disponibiliza um ambulatório no 4º andar, ampliando assim as estruturas de atendimento aos beneficiários Fátima Saúde e MarcoSaúde e diminuindo o envio de pacientes aos hospitais, que estão sobrecarregados.

Os protocolos foram ajustados e o modelo de atendimento por monitoramento, intensificado, afirma Gallio. A partir desse contato, é realizada uma triagem e o beneficiário que apresenta sintomas como febre e dificuldade respiratória passa a ser acompanhado.

“Nas situações difíceis, a gente também evolui muito. É um período de aprendizado total, pois não tínhamos essa vivência antes. E muita coisa veio para ficar, como a adoção cada vez mais massiva de rotinas de higienização individuais e nos ambientes, a redução de aglomerações e a aposta em recursos tecnológicos”, salienta o médico, reafirmando que a pandemia mostrou sua face mais cruel ao longo de março de 2021.

Ele frisa que a operadora também conta com uma equipe responsável por atendimentos domiciliares sempre que é identificada a necessidade, sobretudo para beneficiários integrantes de grupos de risco, como portadores de doenças crônicas e pertencentes à terceira idade. Até o momento, já foram efetuados mais de 11 mil contatos de monitoramento e cerca de mil visitas/consultas em domicílio aos beneficiários do Fátima Saúde, número que cresce dia após dia.

Como diretor técnico, Anselmo Gallio também reforça junto à comunidade e aos profissionais da saúde a preocupação em só liberar procedimentos médicos estritamente urgentes e necessários, para não colocar pacientes com outras doenças em risco de contaminação pela Covid-19 e para não sobrecarregar ainda mais os hospitais. Infelizmente, há procedimentos e cirurgias eletivas no momento que estão precisando ser adiadas, para “não oferecer risco ao próprio paciente”.

“A luz que vemos no momento é a intensificação da vacinação”, salienta o médico, reforçando ainda a necessidade de orientação e cuidados intensos para reduzir o contágio.

“A atuação rápida da gestão fez a diferença”

Naiane Melissa Dartora Santos, médica de família e comunidade, que atua nos serviços de Monitoramento e Atendimento Domiciliar do Fátima Saúde

“Estamos vivendo um momento muito delicado. No início da pandemia, em março de 2020, esperávamos que ela durasse um, dois, seis meses, no máximo. Mas nunca imaginamos que passaríamos tanto tempo nessa batalha e que, um ano depois, a situação seria ainda pior”.

A frase de Naiane Melissa Dartora Santos, médica de família e comunidade, com atuação no serviço de Monitoramento e Atendimento Domiciliar do Fátima Saúde, ilustra a luta diária dos profissionais da saúde na linha de frente do combate à Covid-19.

Naiane faz questão de frisar que a gestão estratégica do Fátima Saúde, em rapidamente se estruturar para monitorar os pacientes por telefone e em visitas domiciliares aos grupos de risco e com comorbidades, fez toda a diferença no sentido de preservar ao máximo o público.

Além do foco em auxiliar nos sintomas gripais e identificar casos que possam ser tratados sem internações, evitando a sobrecarga aos hospitais, a médica também salienta que a operadora atua num esforço conjunto para fornecer todo o tipo de suporte e orientações aos pacientes, no sentido de facilitar receitas, resultado de exames e monitoramento de outras doenças, a partir dos prontuários digitais do Centro Integrado, sem o deslocamento desnecessário e a exposição do público aos espaços de saúde.

“Buscamos contemplar nossos pacientes para que fiquem no ambiente domiciliar e não fiquem se expondo”, informa.

Naiane explica que, no início dos atendimentos domiciliares, os chamados envolviam mais outros tipos de doenças do que a própria Covid-19, mas que esse quadro se alterou drasticamente nos últimos 40 dias, com os sintomas respiratórios envolvendo o coronavírus liderando os casos de atendimento.

“Precisamos averiguar se são passíveis de serem tratados sem internações, mantemos um monitoramento diário e, principalmente, buscamos identificar casos bem iniciais que são mais fáceis de serem tratados”, afirma a médica.

Atenção redobrada para os pequenos pacientes

Paulo Panitz, pediatra do Centro da Criança do Fátima Saúde

Mesmo com atuação focada no atendimento a consultas eletivas junto ao Centro da Criança, o amplo complexo de atendimento específico instalado no Complexo Fátima Saúde, inaugurado em setembro de 2020, o pediatra Paulo Panitz ressalta a necessidade de uma postura de alerta e atenção total dos médicos à necessidade de detecção de eventuais pacientes que possam chegar ao consultório apresentando sintomas da Covid-19, mesmo que os pais não o tenham ainda percebido e não seja o foco inicial do atendimento. Mesmo sendo na maioria das vezes assintomáticas, as crianças e bebês podem apresentar alguns dos sintomas semelhantes aos que se registram em adultos infectados com o coronavírus, como tosse seca, febre, coriza e, inclusive, falta de ar.

“Ao contrário do que muitos ainda acreditam, as crianças pegam coronavírus, sim, e bastante. Precisamos estar sempre alertas”, ressalta o pediatra.

Panitz tem se mantido atualizado em relação aos dados fornecidos diariamente pela Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul no que tange ao número de crianças que positivaram para Covid-19 desde o início da pandemia, e eles são significativos. Até o dia 24 de março deste ano, na faixa de zero a dois anos de idade, 140 meninos e 132 meninas haviam contraído o vírus. Já na faixa de atendimento pediátrico, dos dois aos 12 anos, os números de crianças que haviam positivado para a doença até aquela data eram de 532 meninos e 512 meninas, totalizando, somando as duas faixas, 1.306 crianças que haviam testado positivo na cidade. Felizmente, nenhum óbito foi registrado nessas faixas até aquele momento.

Mesmo assim, o número é significativo e reforça a necessidade de alerta, tanto por parte dos médicos quanto por parte dos pais e responsáveis, uma vez que as crianças, mesmo que na maioria das vezes assintomáticas, são potencialmente transmissoras do vírus.

“Precisamos estar sempre alertas e fazer uma abordagem específica junto aos pequenos pacientes, os campeões e campeãs, como carinhosamente os chamo, para conseguirmos detectar eventuais pistas de presença do vírus camuflados em apenas um ou outro sintoma, mesmo que leve. Diarreia, dor abdominal, mesmo que sem febre, tosse ou sinais de problemas respiratórios, também precisam ser bem investigados”, ressalta o médico.

Caso a doença seja identificada na criança, é preciso agilidade em orientar os familiares para o imediato confinamento e acompanhamento de todos os procedimentos necessários para proteger a ela e a todos os seus familiares.

Em paralelo ao rastreamento amplo dos sinais e evidências da presença do vírus, o pediatra enaltece também a importância da conversa, tanto com o pequeno paciente, quanto com os pais, para identificar possíveis relações interpessoais e fatos que possam ter originado a contaminação.

“Cabe ao médico saber, além de orientar, também apaziguar os familiares, encaminhar a quarentena e o acompanhamento atento da evolução do caso”, reitera o doutor Panitz.

“Felizmente, aqui no Centro da Criança, temos uma equipe afinada no quesito de oferecer um atendimento profissional de excelência, agregado a um engajamento de todos em oferecer um atendimento humanizado, acolhedor. Há uma cumplicidade nesse sentido em todos os profissionais, desde o segurança, passando pelas recepcionistas, secretárias, enfermeiras, médicos e direção. Nosso foco aqui é o bem-estar dos nossos pacientes, para, assim, superarmos esse desafio e todos os demais, diariamente”, sublinha o pediatra.

Psicologia proativa na luta para atenuar as sequelas da pandemia

Anabel Machado Teixeira, psicóloga atuando junto à Auditoria de Prestadores do Fátima Saúde

A pandemia de coronavírus, que vem alterando profundamente o modo de viver e mesmo de encarar a vida desde que se abateu sobre o planeta, exige o estabelecimento de protocolos que também atentem às demandas da mente, tanto de pacientes infectados com a doença quanto de amigos e familiares, bem como de todas as pessoas que têm sua rotina alterada em função do problema.

O auxílio psicológico, tanto na prevenção quanto no acompanhamento e no tratamento de distúrbios causados pelos quadros mentais derivados do clima preocupante que estamos vivendo, é um dos elementos cruciais de atenção desenvolvido pelo Fátima Saúde a seus beneficiários.

Os pacientes internados com a Covid-19, aqueles que têm alta, familiares de infectados, familiares de pacientes que vieram a óbito, profissionais da saúde envolvidos na linha de frente do combate à doença, são alguns dos grupos que vêm recebendo atendimento especial por parte da equipe de psicólogos da operadora. A psicóloga Anabel Machado Teixeira, que presta o serviço de Psicologia da Saúde junto à Auditoria de Prestadores, do Fátima Saúde, tem visto sua rotina diária ser pautada pela intensificação de visitas e consultas a pacientes baixados nos hospitais parceiros da operadora, nos ambulatórios e mesmo, quando necessário, a domicílio, sempre resguardando todos os procedimentos de segurança.

“A imobilidade e o enclausuramento forçados pelas regras de distanciamento social, a solidão, a falta de vida social, dos encontros, dos eventos, são elementos que têm convergido para deixar as pessoas mais tristes, mais ansiosas e inseguras, o que, muitas vezes, evolui para casos de depressão”, identifica Anabel.

“A pandemia funciona como um gatilho para o aumento de casos de transtornos de pânico, de medo de morrer e outros, em todas as faixas etárias”, complementa.

A psicóloga identifica que, com o novo modelo de vida imposto pelas regras excepcionais de contenção da epidemia, as dinâmicas das famílias, do lazer e do trabalho foram alteradas, exigindo uma nova adequação e um esforço de aprendizado por parte de todos, o que, naturalmente, gera estresse.

“Temos desenvolvido vários atendimentos de pós-luto em função do fato de as pessoas não estarem conseguindo fazer os devidos rituais de despedida nos casos de morte de familiares por Covid-19. Estamos em uma verdadeira guerra contra o vírus e, em função disso, muitas pessoas apresentam também sintomas típicos de estresse pós-traumático”, explica a psicóloga.

A profissional identifica cinco principais sequelas psíquicas com as quais a sociedade terá de lidar em função da pandemia: o aumento dos casos de depressão, de alcoolismo, de transtornos de estresse pós-traumático, de suicídios e de relações de luto prolongadas patológicas.

No sentido de procurar evitar esses problemas, amenizá-los quando existem, acolhê-los e tratá-los, o Núcleo de Psicologia do Fátima Saúde vem desenvolvendo várias ações a fim de levar acolhimento a seus beneficiários.

“O Fátima Saúde não abandona seus pacientes”, sentencia a psicóloga.

Segurança e acolhimento aos beneficiários por meio do Monitoramento e do Atendimento Domiciliar

Edlaine Cristina Rodrigues, enfermeira, corresponsável pelos serviços de Monitoramento e Atendimento Domiciliar

Evitar ao máximo possível o deslocamento e a circulação desnecessária dos beneficiários com idades a partir de 70 anos é a meta principal dos serviços de Monitoramento e de Atendimento Domiciliar instituídos pelo Fátima Saúde, especialmente nesse período de cuidados especiais em função da pandemia do coronavírus.

Na coordenação dessas duas frentes juntamente com a médica Naiane Melissa Dartora Santos, a enfermeira Edlaine Cristina Rodrigues destaca a importância desses procedimentos, especialmente devido ao estabelecimento de um vínculo muito estreito dos profissionais com os beneficiários, estabelecendo um cuidado personalizado e humanizado aos pacientes.

“É muito gratificante para todos os envolvidos. Dessa forma, passamos mais segurança aos beneficiários, que se sentem acolhidos e, de fato, cuidados”, ressalta a enfermeira.

Os serviços já haviam sido criados de forma ainda incipiente em 2019, porém, com o advento da pandemia, foram aprimorados e incrementados a partir de março de 2020, resultando em cerca de mil visitas domiciliares no período de 12 meses.

“Monitoramos as pessoas pelo Teleatendimento, independentemente de elas estarem com Covid-19 ou qualquer outra doença. O Serviço de Atendimento ao Cliente abre um chamado pelo sistema interno e contatamos o beneficiário por telefone, levantando os sintomas, identificando as medicações de que faz uso, a presença de eventuais comorbidades. Passamos esses dados ao médico de plantão que, então, vai dar o encaminhamento necessário ao caso, pedindo exames, receitando medicação, passando orientações e, quando necessário, encaminhando uma consulta presencial”, explica Edlaine.

Um serviço que se iniciou de forma experimental e modesta, hoje, se faz crucial no combate à pandemia, preservando ainda mais a saúde dos beneficiários e estendendo os limites do conceito de atendimento qualificado com acolhimento humanizado e personalizado, padrão Fátima Saúde.