Os pais precisam estar atentos às vacinas. A vacinação é a forma mais eficaz de proteger os pequenos e deixar de vacinar é uma negligência, pois além da criança ficar desprotegida, se coloca em risco à comunidade ao redor.

 

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a imunização evita até 3 milhões de mortes por ano. No caso dos bebês, a medida previne doenças graves que podem se manifestar em todas as fases da vida.

E seja em gotinha ou injeção, as vacinas estão presentes nos primeiros dias após o nascimento da criança. Pelo menos, deveriam estar.

Anunciado no final do ano passado, o novo calendário brasileiro de vacinação da rede pública de saúde já entrou em vigor em 2016. Apesar de apresentar poucas alterações, o número de doses a serem aplicadas e as faixas etárias que devem receber determinadas imunizações mudaram.

É o caso da imunização contra a poliomielite. Antes era feita somente pelas gotinhas. Agora, as três primeiras doses – aos dois, quatro e seis meses – serão com vacina inativada poliomielite (VIP), por meio da injeção. A quarta e a quinta dose s seguem sendo em gotas.

A imunização contra o HPV também foi ampliada de nove a 13 anos. Até o ano passado, apenas meninas de até 11 anos recebiam a vacina. As campanhas de 2016 também já estão programadas. De 11 a 17 de junho ocorre a Campanha da Multivacinação e, de 22 de agosto a dois de setembro, a da poliomielite.

Todas essas alterações são responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Estudos epidemiológicos são constantes e mudam conforme a ocorrência ou não de doenças e com a incorporação de novas vacinas.

Quando a vacina é aplicada, a pessoa, ao receber a nova substância produz uma defesa. São os anticorpos. Eles permanecem no organismo, evitam o desenvolvimento da doença e garantem a imunidade

 

Confira a tabela de vacinação!

 

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Fonte: Sis Saúde