“Acolhimento” é a expressão que salta aos olhos sempre que, por razões de saúde (obviamente), preciso recorrer aos serviços prestados pelo Fátima Saúde no Centro Integrado, instalado junto ao prédio do Complexo de Saúde Del Mese, na Avenida Júlio de Castilhos, centro de Caxias do Sul. Ao longo de 53 anos de idade e de experiências de vida duradouras em diversas cidades do interior do Rio Grande do Sul (em especial minha Ijuí natal e a Santa Maria na qual me formei e iniciei minha carreira jornalística), diversos foram os planos de saúde aos quais me vi vinculado, nunca por opção própria, sempre dependente dos pais ou, na idade adulta, agregado aos contratos de trabalho com as empresas jornalísticas com as quais estabeleci vínculo.

Meus níveis de satisfação sempre variaram, em relação a cada um deles, como quando se está em uma gangorra: aspectos negativos deslustrando os positivos, e vice-versa, normalmente sem constância. Esse quadro mudou radicalmente a partir do momento em que a empresa RBS em Caxias do Sul, no ano de 2017, migrou para o Fátima Saúde, colocando todos seus funcionários e dependentes sob a guarda dessa operadora.
Minha esposa trabalhava lá e passamos, ambos, a nos ambientar ao modelo de atendimento integrado e universal que era (e é) praticado, de forma revolucionária e sintonizada com o que há de mais moderno em termos de atendimento à saúde no mundo. Minha vida mudou a partir dali.

Devido a algumas doenças crônicas que venho colecionando ao longo de minha existência humana, precisei começar de imediato a frequentar o Centro Integrado Fátima Saúde, e a perceber que ali havia algo diferente, e diferente para melhor e superior a tudo aquilo que até então eu conhecia em termos de empresa gestora de plano de saúde. Meu problema, ali, passou a ser acolhido por todos os funcionários, desde as pessoas do SAC, incluindo as recepcionistas e os médicos de referência, que passaram a conhecer minha história clínica de forma personalizada. A sensação de segurança e de tratamento individualizado proporciona um passo importante rumo ao bom termo dos tratamentos, e detecto isso na pele. Muito antes de firmar contrato por meio de minha empresa de jornalismo e marketing com o Fátima Saúde, o que se deu em fevereiro deste ano, eu já era (e sigo sendo) um beneficiário satisfeito. O encaminhamento aos especialistas e aos exames, a partir da consulta inicial com o médico de referência, me dá a segurança de estar sempre no caminho certo, além de poupar tempo e custos a mim e à operadora. O quadro de médicos à disposição do Plano, em todas as especialidades, bem como a possibilidade de cobertura e atendimento mesmo quando fora da área de abrangência, a partir dos convênios, oferece a segurança de que preciso, como ser humano e beneficiário.

Nunca fiquei sem resposta a uma demanda, sempre atendidas com presteza e agilidade. Até nesse período de exceção, causado pela pandemia do coronavírus, meu atendimento no setor de psicologia, normalmente feito presencialmente nas dependências do Centro Integrado, teve prosseguimento com a experiência das consultas online, em um esforço por parte da operadora em oferecer, da melhor forma possível, alternativas viáveis às demandas de seus beneficiários.

Sou um “case” de beneficiário satisfeito, ciente de que sim, sempre há aspectos a serem aprimorados, solucionados e criados, em um esforço constante em busca da excelência. Minhas sugestões e críticas têm espaço e voz nos canais de atendimento, que podem e devem ser utilizados por todos os beneficiários do Fátima Saúde. Dessa forma, construímos permanentemente um modelo de plano de saúde que preza pelo bem-estar de cada um de nós.

Marcos Fernando Kirst, jornalista e gestor da empresa Calíope, Comunicação, Marketing e Publicações.