Não é de hoje que nos deparamos com campanha que estimulam o uso de bicicletas no lugar dos carros. Além dos impactos para a nossa saúde, o aspecto econômico pode ser levado em consideração para efetuar a mudança.

A Universidade de Lund, na Suécia, juntamente com a Universidade de Queensland, da Austrália, promoveu um estudo que aponta que o uso de carro é seis vezes mais caro para a sociedade – e para o indivíduo – do que o uso de bicicleta. A pesquisa comparativa teve como base a análise custo-benefício que Copenhague, na Dinamarca, utiliza para observar a viabilidade de construção de ciclovias.

Além do impacto econômico, há a questão da sustentabilidade urbana. Este aspecto, ao contrário da sustentabilidade ambiental, envolve tópicos como o desenvolvimento do âmbito social, econômico e até político de uma cidade ou país. Sob esta perspectiva, o uso de bicicleta vem como uma alternativa para que o ambiente seja melhorado, sem destruir ou degradar o que já existe.

É por este motivo que a bicicleta é como um símbolo que representa não apenas uma opção de exercício físico, mas também um meio de reduzir a poluição ambiental e os acidentes de trânsito, nem como aumentar a humanização das ruas. Vale lembrar que estes aspectos também contribuem para a saúde emocional, já que o fluxo de carros comumente é causador de inúmeros momentos de estresse ao longo do dia.

Se o carro ainda é uma parte intrínseca a sua rotina, é possível se “autodesafiar” a fazer a troca. Por um mês, experimente ir ao trabalho de bicicleta, ou ainda executar tarefas da rotina, como ir ao supermercado. Como vimos neste post, uma vida saudável só é conquistada a partir do cultivo de inúmeros hábitos. Desta vez, além de contribuir para a própria saúde, ao trocar o carro por bicicleta você também contribuirá para o desenvolvimento sustentável e saudável da sociedade como um todo.