O primeiro dia de dezembro é lembrado pelo Dia Internacional da Luta contra a AIDS. Para combater esta doença é preciso, antes de tudo, estar informado.
A AIDS, também chamada de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é causada pelo vírus HIV, e ataca o sistema imunológico de seu portador(a). Desta forma, o organismo se torna mais vulnerável a inúmeras doenças, desde um simples resfriado até a tuberculose ou câncer. Até mesmo o tratamento destas doenças é prejudicado.
Hoje em dia, a AIDS não é mais uma sentença de morte. Se o(a) portador(a) tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas, a qualidade de vida não será afetada. É por isso que o Ministério da Saúde recomenda fazer o teste sempre que passar por uma situação de risco, e sempre usar preservativo.

 

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Como evitar: para prevenir a AIDS, é essencial se prevenir ao manter relações sexuais. O compartilhamento de seringas e agulhas ou reutilização de objetos cortantes com presença de sangue contaminado pelo HIV também são fatores de risco.

Sintomas: assim que acontece a infecção pelo vírus causador da AIDS, o HIV passa por um período de incubação, e seus sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, por isso a maioria dos casos passa despercebido.
O próximo período é marcado pela interação entre as células de defesa e as mutações do vírus. O organismo não é enfraquecido o suficiente para permitir novas doenças. Esta fase é chamada de assintomático, e pode durar muitos anos.
Com a frequente interação, as células de defesa começam a funcionar cada vez menos, até que são destruídas. O organismo, então, fica cada vez mais fraco e vulnerável a doenças e infecções comuns. Nesta fase, os sintomas consistem em febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.
Quando as doenças oportunistas – como câncer, tuberculose ou hepatites – começam a tomar conta do organismo enfraquecido, atinge-se o estágio mais avançado da doença.

Tratamento: assim que for diagnosticado com o vírus HIV, o paciente deve procurar imediatamente um especialista em AIDS para sanar suas dúvidas e receber a prescrição dos medicamentos corretos. Após, é fundamental que o(a) portador(a) mantenha acompanhamento médico, para que o profissional acompanhe os estágios da doença e solicite os exames e os medicamentos necessários.

Tão importante quanto o combate à doença é o combate ao preconceito e à desinformação. A AIDS pode atingir qualquer pessoa que não se previna, ou seja, não há grupo de riscos. O(a) portador(a) do vírus pode – e deve! – continuar com sua vida normalmente: pode trabalhar normalmente, praticar esportes, ir a festas, frequentar bares, shoppings, clubes e se relacionar com as pessoas, social e afetivamente. O contágio se dá apenas por relações sexuais sem proteção, compartilhamento de objetos cortantes ou pela amamentação. Ou seja: nada de pensar que a AIDS pode ser transmitida pelo ar, pelo toque ou até mesmo por um beijo.

Previna-se contra o HIV e livre-se do preconceito!